Às vezes, quase sempre, pego-me pensando como deve ser confortante o teu abraço. Como deve ser doce o cheiro do teu perfume. Como deve ser encantador o teu sorriso. Como deve ser fofo você com ciúmes. E de repente dá-me uma vontade, uma enorme vontade, de ir até onde tu estás e por um longo minuto abraçar-te e dizer-te olhando em teus olhos “Eu te amo” […] Por que tu tens que estar tão longe? Por que tu tens que ser tão desejável? E principalmente… Porque eu tenho que amar-te tanto? Amar-te ao ponto de pensar mais em ti do que em mim mesma. Estranho? Talvez. Mas o amor é estranho. E o que eu sinto por ti não é nada mais, nada menos, que amor. Um amor puro, sincero, capaz de suportar qualquer distância. Capaz de atravessar barreiras […] Mas prometo-te que um dia eu estarei aí, ao seu lado, onde eu devia estar, desde o início.
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